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Simplicidade Natural

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Quando observamos o que é natural, seja a natureza ou algo "com naturalidade", o que têm em comum? Ser simples. Agir com naturalidade é simples e descomplicado. Sem medos ou desconfortos, sem preocupações com o que irão outros pensar. Não bastará termos bem definido quem somos, e aperfeiçoamos-nos diariamente ao ser, bem delineado, que respeitamos e nos orgulharíamos de ser? Um ambiente natural é limpo, organizado, libertador... mantém a mente calma e pronta para o que realmente interessa. Sem perdas de concentração, enfados ou fins de semana de limpeza e organização da tralha. Uma alimentação natural é também simples, em preparação e nutrientes. Quantas vezes não nos surge um mal estar depois duma refeição demoradamente confecionada? Se a receita se tornar mais simples e de ingredientes mais naturais, pode ser igualmente saborosa e muito mais saudável. E um produto natural? Muitos são utilizados há séculos e provam ser tão ou mais eficazes na sua simplicidade nat...
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Manter minimo o que se diz

Quantas vezes ouvimos alguém falar e pensamos: ''Por favor, cala-te... Já percebi!'' (e até quantas vezes acabamos por o verbalizar?) Ou quantas pensámos: "Falei bem! Acho que toda a gente me entendeu!", após intervir de forma concisa numa reunião ou conversa. Por vezes, quando tentamos partilhar o nosso ponto de vista, emoções ou preocupações, começamos de forma simples, mas desenrolamos um conflito ou um monologo interminável. Outras vezes, quando queremos apresentar um tema simples ou dar uma sugestão prática, a insegurança impede-nos de utilizar as palavras certas. E em vez de sermos objetivos, desenvolvemos demasiado o tema e perdemos a atenção de quem nos ouve. Comunicação simples, objetiva e controlada é a chave, e minimizar o número de palavras que usamos para expor algo pode ser o melhor método. Quando queremos usar menos palavras temos de pensar muito mais acerca do que vamos dizer, antes de o dizer... Temos de controlar as emoções nas palav...

Minimalismo - O principio do autodescobrimento

No meu caso, o minimalismo começou completamente vindo do nada, nunca tinha sequer ouvido o conceito. Por estar habituada a viver numa casa grande, cheia de anos e anos de ''memorias'', representadas por tralha, a ideia de me livrar dessas coisas era assustadora e estava fora de questão. As coisas materiais sempre tiveram significado e eram algo precioso para mim. Parecia desrespeitoso e triste deita-las fora ou deixá-las ir. A minha forma de pensar era similar. Desde sempre que relembrava intensamente memorias do passado, tanto boas como más. Para me lembrar do que tinha ultrapassado, e reassegurar me sobre onde cheguei e como me desenvolvi como pessoa. Algumas dessas memorias más (que todos as temos) arrastaram me e tornaram-me numa pessoa com uma mentalidade mais negativa. Hoje vejo uma ligação entre a forma como me sentia e as coisas que guardava. O meu tempo era consumido sem notar, arrumando, trocando as coisas de sítio, limpando e organizando-a...